• Tomaz Ponce Dentinho

A escolha certa é normalmente a mais difícil. Falir a TAP e a SATA e criar low costs de longo curso.


As Low Costs como a Ryan Air foram as empresas responsáveis pelo desenvolvimento turístico dos Açores, da Madeira, do Porto, de Lisboa e do Algarve. A TAP e a SATA impediram esse desenvolvimento durante anos com tarifas caras e com subsídios de todos nós. Manter a TAP e a SATA sugadores de dinheiro público e em concorrência desleal com as low costs é uma péssima solução. O que deve ser feito é criar low-costs de longo curso que a localização dos Açores, da Madeira, do Porto, de Lisboa e de Faro certamente aconselham e abrir o mercado dos aeroportos de Portugal a todas as companhias. E se a TAP e a SATA falirem para gerar melhores companhias isso é bom porque aumenta o serviço e o emprego nas empresas, no turismo e nas regiões do país. Não creio que a Europa nos ajude pois mantém a ideia de manter as companhias de bandeira falidas. Não entendem também que um país não se faz com empresas ineficientes.

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