• Tomaz Ponce Dentinho

A explosão em Beirute é grande demais para não ter uma hipótese simples de testar. Quem quis?

Alguém quis que houvesse uma explosão no Centro de Beirute matando mais de cem pessoas, ferindo 4000 e destruindo grande parte da cidade. Podia ser para destruir o explosivos armazenados pelo movimento Hezbollah de apoio Iraniano. Podia ser para impedir a reconstrução de uma cidade de diálogo entre as muitas civilizações que ali confluem. Podia ser para atiçar mais um fogo na zona quando a Síria pode começar a recuperar da guerra. Quem quis?



Quem quis poderia ter querido diferente? Julgo que sim! Por um lado porque não será preciso uma repercussão deste tipo para reduzir o armazenamento de destruição de explosivos. Por outro lado porque o Médio Oriente só tem a ganhar com várias cidades a competir de forma sã naquela centralidade, única no mundo: Beirute, Telavive, Alexandria e Damasco. Finalmente porque já não nos enganamos com os os bons e os maus destas guerras e aprendemos a saber que a guerra é o mal; neste caso, quem a fez de novo ou seja quem quis explodir Beirute.

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