• Félix Rodrigues

A física do quase impossível

No voo de qualquer corpo aplica-se a lei de Bernoulli, no entanto, o voo das aves é muito mais complexo do que o voo dos aviões.

Conjugar o lei de Bernoulli com a lei da Inércia é o que esta ave faz, este pardal, Passer domesticus, que não se sabe se já se tornou uma subespécie endémica do arquipélago açoriano.

Embora a sua aparição nos Açores esteja datada de 1960 (introduzido na ilha Terceira), actualmente trata-se duma espécie bem disseminada por todo o arquipélago e bem conhecida das populações.

As variações epigenéticas dos pardais são tão rápidas que podem ocorrer num espaço de tempo de 50 anos, por isso se diz que neste momento não sabemos se temos uma ou várias subespécies de pardais nos Açores.

O pardal alimenta-se de minhocas, insectos e sementes. Vemo-lo em todo o lado, no entanto é raríssimo vê-lo a comer insectos directamente do ar.

A caça que aqui se ilustra, na foto de António Araújo é um registo extraordinário, de um pardal a "acertar" nos pequenos insectos que lhe "mexem com o estômago".





Texto de Félix Rodrigues


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