• Félix Rodrigues

Crescimento da infeção e de potenciais medicamentos

A infeção continua a crescer, com mais de 7 milhões de infetados nos Estados Unidos, mais de 6 milhões na Índia, cerca de 5 milhões no Brasil e mais de um milhão na Rússia. Começamos a falar em milhões em vez de milhares quando o mundo ultrapassa os 33 milhões de infetados e 1 milhão de mortes.

Em Portugal ainda nos vamos mantendo nos milhares e hoje temos mais 688 novos casos e 6 óbitos, mas esses números apontam para crescimentos que podem ser rápidos.

O Nepal, com cerca de 28 milhões de habitantes passou-nos à frente no número de infetados oficiais mas não em número de mortes (apenas 491).

Temos hoje no país 1963 óbitos e um acumulado de 74717 infetados.

No que respeita ao Nepal o crescimento da infeção é exponencial nesse país com uma maior velocidade de crescimento do que aquela que se verifica em Portugal.

Se o número de infetados na China era uma referência mundial, neste momento até a Suécia já ultrapassou o número oficial de infeções chinesas.

Novos estudos apontam para possíveis tratamentos baratos como por exemplo os que ajudam a catalase.

A catalase acontece naturalmente nos humanos, animais e plantas. Dentro das células, uma enzima antioxidante inicia a decomposição do peróxido de hidrogénio, que pode ser tóxico, em água e oxigénio. A enzima também é comumente usada em todo o mundo na produção de alimentos e como suplemento dietético. Não se fique com a ideia que “beber água oxigenada” resolve o problema, pois isso seria equivalente à ideia de Trump de fazer uma limpeza interna com lixívia. Comer enlatados também não ajuda. Isso é apenas uma esperança, até lá teremos que perceber quais são as substâncias que podem ser aplicadas tendo por base esse princípio que apenas parece ser promissor.



Félix Rodrigues


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