• Félix Rodrigues

Portugal recebeu um ciclone extremamente invulgar. Agora os furacões são letras do alfabeto grego

Esta temporada de circulações ciclónicas no Atlântico Norte tem sido intensa e em número elevado. Já se esgotaram os nomes a atribuir neste ano com a Wilfred. A partir daqui segue-se a ordem das letras do alfabeto grego. Já estamos com Alpha e Beta a circular.

Neste momento Paulette está a sul do Arquipélago dos Açores, completamente desorganizado e com ventos de 65 km/h. Os remanescentes ainda se observam, mas o furacão há muito que morreu.

Ontem a Tempestade Extra-Tropical Alpha entrou no distrito de Leiria e cruzou Coimbra sem deixar grandes danos. Rapidamente se dissipou e é neste momento um sistema de baixa pressão. Portugal faz história com o Alpha ao ser atingido pela primeira tempestade do alfabeto grego depois de 15 anos sem que o alfabeto fosse utilizado para identificar os ciclones tropicais no Atlântico. Foi um ciclone extremamente invulgar.

Tedyy é atualmente o ciclone mais perogoso no Atlântico, de categoria 4, dirigindo-se para o Canadá, onde chegará à Nova Escócia como ciclone de categoria 2, para depois ir morrer ao mar do Labrador.

A Tempestade Tropical Wilfred desenvolve-se na zona equatorial e estima-se que venha a perder força.

A tempestade Beta, que se desenvolve no Golfo do México, originará um furacão com o mesmo nome que atingirá a categoria 1, e entrará em terra perto de Houston no Texas.



Félix Rodrigues

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