• Félix Rodrigues

Estamos numa fase que parece de aceitação do risco de contágio

Hoje temos em Portugal mais 249 casos de infeção. Isso não corresponde a uma diminuição, é sim, o efeito de fim de semana. Comparando com segundas-feiras anteriores temos esta semana mais infetados do que nas últimas semanas, o que significa claramente aumento. Totalizam-se hoje 60507 casos de infeção com um acumulado de 1843 óbitos.

Ultrapassamos no mundo os 27 milhões de infetados:

-Os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar da tabela com mais do que 6 milhões de infetados;

-A Índia passou para o segundo lugar da tabela da infeção mundial com mais do que 4 milhões de infetados;

-O Brasil ocupa o terceiro lugar dessa tabela, também com mais de quatro milhões de infetados.

-A Rússia já ultrapassou um milhão de infetados.

-Portugal ocupa a 48ª posição no ranking mundial da infeção em termos de números absolutos e com 59 casos de Covid-19 por cada 100 000 habitantes. No que se refere ao número de mortes ocupamos uma posição mais acima nesse ranking (o 40º lugar).

Vamos caminhando mais lentamente do que a infeção para 1 milhão de óbitos por Covid-19 no mundo, onde os Estados Unidos atingirão antes das eleições norte americanos os 200 mil mortes.

Parece que já não nos impressionamos com os grandes números à medida que vamos passando entre os pingos da chuva. Isso tem a ver, não com a diminuição do risco, mas sim com a “habituação ao risco”.

Na figura, o risco aceita-se, evita-se, transfere-se ou reduz-se. Devemos manter-nos entre o evitar e o reduzir.



Félix Rodrigues

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