• Félix Rodrigues

Ilhéu de Vila Franca do Campo fechado a banhos: Provavelmente excesso de gaivotas

O ilhéu de Vila Franca do Campo, uma zona balnear única e de excelência está fechado por falta de qualidade das suas águas por excesso de coliformes fecais.

Poderíamos à partida colocar duas hipótese para essa origem de poluição microbiológica: humana ou animal.

Por lógica, a poluição humana é muito difícil, dado o afastamento do ilhéu da ilha de São Miguel e o seu fechamento físico. A poluição antrópica só lá chegaria se as correntes acertassem exatamente na pequena entrada que dá acesso à cratera. Assim sendo, resta a poluição animal.

De facto o mais provável é serem gaivotas que, no período de confinamento tiveram tempo mais do que suficiente para se instalar e defecar por tudo quanto é sítio. Acresce que tais animais têm tendência para se alimentarem nos aterros sanitários e por isso transportarem para locais inimaginais coliformes totais.

De nada serve andarmos aos tiros no local, porque o Atlântico está cheio delas.

A fotografia que aqui se usa é da autoria de Vitor Esteves.


Texto de Félix Rodrigues



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