• Félix Rodrigues

Na saúde e na doença todos somos responsáveis pela infecção que aumenta

E cá estamos com um mundo cada vez mais homogéneo na doença e cada vez mais heterogéneo na cura e na morte. Pouco se alterou na geografia da morte.

Em Portugal a geografia da morte por Covid-19, na atualidade, está mais em Lisboa do que no resto do país. Hoje temos mais 5 óbitos, cujo número tende a crescer à medida que crescem os casos de infeção. Também se verifica uma clara associação entre óbitos e redução dos números de doentes em cuidados intensivos por Covid-19. A redução dos números diários de pessoas internadas nos cuidados intensivos tem coincidido com os números de mortes.

Hoje temos 486 casos de infeção, o maior valor registado no país depois de 10 de maio. Isso é preocupante e nada tem a ver, como é óbvio, com a Festa do Avante.

Estamos perto da marca dos 60 mil infetados (59943), com um número de infetados por milhão de habitantes que nos prejudicará em termos de “corredores aéreos”. Nem tudo o que queremos se pode ter. As nossas ações como comunidade são sempre julgadas e não há amigos políticos “na saúde e na doença” para o resto das nossas vidas.



Félix Rodrigues

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