• Tomaz Ponce Dentinho

Sabemos muito e rápido sobre os livros de Joel Neto

Numa jornada de trabalho descobrimos que sabemos depressa e bem sobre os livros de Joel Neto. É maior o conhecimento acerca dos livros mais antigos, o que pressagia um crescendo de leitura, de inspiração, de mais escrita e de mais leitura.

Bonito de ver. Os autores que se vão dando a conhecer têm esta capacidade de nos darem o que vai sendo de todos. Não se preocupem, porque o livre arbítrio criativo de uns e de outros vale mais que todos os medos.

O Arquipélago publicado em 2015 é desconhecido de 25% dos inquiridos, conhecido por 28% e lido ou difundido por 40%. Outros respondem bem como querem e há mesmo alguém que não conhece o Joel Neto; deve ser de fora.

A Vida no Campo I, deveria ser de leitura obrigatória para os alunos de fruticultura, horticultura e floricultura da Faculdade de Ciências Agrárias. Alguns já compraram o livro mas não o leram mas há 39% que o leram e difundiram. Uma audiência muito perto da do Arquipélago.

Gostamos mais de frutas, legumes e flores do que de pessoas; estou certo que um partido destas coisas teria até mais votos que o próprio PAN. Na verdade a Vida no Campo II - anos de maturidade, de cariz obrigatório para os alunos de desenvolvimento regional, psicologia social e de sociologia rural, tem apenas 20% que leram e difundiram o livro. Talvez que se lhe chamássemos Anos de Maturidade tivesse mais leitores. Mas não faz mal. Considerem que se chama Anos de Maturidade e leiam-no; pelo menos temos que duplicar o número de leitores para igualarmos o sucesso dos saberes vividos e contados de floricultura, fruticultura e horticultura. Lembro-me agora que há muito também de culinária que dá sabor ao saber do campo. Creio que será essa a maturidade; deixar de viver no campo para viver do campo.

Não leio ao ritmo da escrita do Joel Neto. E sendo assim não posso esgravatar os textos de 2018 e 2020. De qualquer forma é bom saber que muitos já o fizeram e estão a fazer; também vou por-me em dia porventura este verão covidiano em que, não podendo ler no ar, leio em terra imaginando-me no ar. O Meridiano 28 está ainda à espera de ser lido por 10% das pessoas, ali na estante de livros por abrir que chegaram de presente de anos ou de Natal. E vá lá, 25% dos questionados leu ou recomendou o livro. Estou certo que este verão 40% das pessoas que representam os meus inquiridos vão ler o livro pondo-o em pé de igualdade com os melhores.

É mesmo preciso que seja este verão para que nas férias de Natal possamos oferecer o último que apareceu e que vemos por aí nas tabacarias da terra. Muito mais do que a saudade só pode ser a realidade. Não sei. Só uma ínfima parte das pessoas se atreveram a olhar o reporte do que vai para além da saudade e que só pode ser real.

Como dizia o livro da 1º Classe "Olha lá vai o leitor, a caminho do real, além; Vamos depressa apanhá-lo; Vamos com ele também".

E quando 40% tiverem a leitura em dia, fazemos um questionário para esgravatar os textos de Joel Neto. Prometido para o fim do verão.



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