• Félix Rodrigues

Tanto se insiste em dizer que não estamos numa segunda vaga, que isso só baralha

De ontem para hoje, o mundo cresceu em meio milhão de infetados. É um crescimento alarmante, mas nós, descemos. Esse decrescimento era espectável, não estivéssemos nós no fim de semana.

O Japão já nos passou à frente, porque tem uma grande segunda vaga, mas em Portugal discute-se ainda se estamos ou não numa segunda vaga. Ora o conceito de vaga ou onda pode ser discutido até à exaustão se não a definirmos objetivamente. Chamem-lhe o que quiserem, mas estamos numa fase diferente da primeira que só surgiu após o desconfinamento e que cresce para voltar a decrescer. Poderemos entrar numa terceira vaga, ondinha, curva, ou outra coisa qualquer? Sim podemos.

Hoje os resultados diários dizem-nos que existem 121 novos casos de infeção no país, com três óbitos. Vamos ouvir dizer que é um marco, para daqui a dias verificarmos que esses valores voltam a crescer. Perante isso o que parece é que estamos num patamar de alguma estabilidade.

Ultrapassamos hoje a fasquia dos 54 mil infetados (54102 casos acumulados) e atingimos os 1778 óbitos.

O gráfico que aqui se apresenta diz respeito à variação dos casos diários no tempo. Cada um que conclua se estamos ou não no fim de uma segunda vaga, porque já vi que o conceito dá muito jeito para amarrar as interpretações que cada um quer dar acerca da evolução da epidemia portuguesa.




Félix Rodrigues

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